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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
A Bíblia não é chata. Avatar é chato !
Por John Piper. © Desiring God. Website: desiringGod.org
Original: The Bible Isn't Boring, Avatar is! - John Piper. Website: I'll be honest
Tradução e Legenda: Voltemos ao Evangelho
Via : Bereianos
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Se isso é igreja, sou mais o meu quarto !
“Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia e Samaria tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo.” – At 9.31
“E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos.” – Ef 1.22-23
“A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo, e demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo; para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus, segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor, no qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele. ” – Ef 3.8-12
Já ouvi muitas fábulas em relação à permanência dos crentes numa igreja. Uma delas diz que a igreja é igual à arca de Noé, um lugar cheio de bichos e suas necessidades fisiológicas, e que cheira mal, porém é melhor estar lá dentro do que lá fora em meio ao dilúvio. Outra diz que crente é igual uma abelha: num enxame (ou igreja), vence qualquer inimigo; sozinho, morre num tapa só. Daí a se pensar que a igreja é um organismo super-poderoso, e deve ser mesmo, afinal é nada mais, nada menos que o Corpo de Cristo, Daquele que venceu a morte e o inferno ao levar sobre Si todos as maldições e enfermidades da raça humana. Mas será que a Igreja de Cristo é isso que vemos?
É muito fácil abrir uma igreja. Aluga-se uma garagem e já dá para iniciar uma congregação. Pensa-se num nome pomposo (que tal Igreja Transcontinental da Majestade do Alto? – está muito difícil achar um nome de igreja que não exista), convida-se os vizinhos e amigos e pronto: temos uma Igreja! Se fosse só isso estaria ótimo, o problema é o que é ensinado e vivido por lá.
Já percebeu como sempre há a mesma desculpa para a abertura de uma nova denominação (corrupção da antiga, envolvimento com maçonaria, erros doutrinários, etc), porém na nova se repetem os mesmos, ou até piores, erros da anterior? Ou seja, não há a intenção real de se fazer uma Igreja segundo a Palavra, apenas a de se criar mais um papado.
Sim, papado. A Igreja evangélica brasileira é próspera em papas. Há o Bento XVI e há o papa de cada denominação. Cada fundador se torna um papa, infalível e insubstituível. A permanência no poder é eterna, e os estatutos asseguram que a igreja não sairá de suas rédeas curtas. Quem ousa se levantar contra o “papa” é logo taxado como em rebelião, e expulso ou convencido sutilmente a deixar a denominação. E assim uma nova igreja é criada, e o círculo se repete indefinidamente, causando estranheza principalmente em quem não é cristão, pela quantidade absurda de placas diferentes.
Fico imaginando se Lutero vivesse nos dias de hoje… em seu tempo, precisou se opor a apenas um papa. Hoje, teria que imprimir milhares de teses, uma para cada papa evangélico. Um Lutero só não conseguiria fazer isso não!
O absurdo das várias denominações é tão escancarado que basta andar pelas ruas das cidades para o verificar. Aqui em São Paulo, na Av. Águia de Haia (zona leste da capital), há 6 anos atrás havia três denominações na mesma quadra. O pior: três casas (ou templos) grudados, um depois do outro, porta com porta. Sinceramente, a intenção nesse lugar é evangelizar ou apenas demonstrar o poder da sua denominação que, claro, precisa gritar mais do que as outras vizinhas caso os cultos sejam no mesmo horário? E isso não acontece só nessa rua, acontece em todos os lugares: se as igrejas não são vizinhas de porta, são de quadra, de rua. Mas o lugar permanece ruim e violento do mesmo jeito.
Nós somos chamados para ser sal e luz. Como sal e luz mantém um lugar insosso e escuro? Como, em meio a tantas igrejas, ainda há pessoas morando nas ruas, pessoas se drogando, se prostituindo, roubando e matando? Pessoas mentindo, enganando, chantageando, manipulando? Por que, com tantas igrejas, o Brasil está a cada dia pior? Não deveria ocorrer o contrário?
O que vou dizer agora poderá escandalizar muita gente, mas é o que penso: muitas que se dizem igrejas não o são, espiritualmente falando, não passando de um “clubinho de eleitos”. Você chega, entra no clube, paga a mensalidade, ouve as assembléias, se diverte (canta, dança, ri, chora, extravasa) e vai embora mais feliz, entretido momentaneamente. Aí chega em casa, a criança continua gritando, o marido bebendo, a vizinha atrapalhando, o chefe atormentando; afinal a instituição que se autodenomina igreja, apesar de citar a Deus, não Lhe dá espaço para atuação, preferindo a manifestação de espíritos dançarinos, saltadores, giratórios, que promovam bastante carnaval no recinto. Assim, enganados muitas vezes por “fogo estranho”, não deixamos o Espírito Santo agir em nós, nos transformando, e por isso continuamos vendo todos os defeitos nos outros e na droga de vida que temos.
Note bem, sou pentecostal, acredito nos dons espirituais, mas atribui-se ao Espírito Santo algumas coisas nas igrejas que só por Deus!!!
Se a igreja não consegue transformar quem está dentro, imagine transformar a realidade ao seu redor… E se a igreja não transforma vidas, apenas as “transtorna”, já não é igreja, não é congregação, comunhão, é apenas distração e sacrifício para almejar as bênçãos divinas.
É estranho, mas quanto mais aprendemos a Verdade da Palavra, mais distantes nos tornamos de uma igreja. Não deveria ser o contrário? Não deveríamos nos lançar com maior amor à congregação, sabendo que lá estaremos proclamando o amor ao próximo e a Deus?
O problema é que a igreja não nos transmite amor. Tudo é aparência. Os pastores não têm amor pelas ovelhas, e sim por tosquia-las. As ovelhas, por sua vez, querem estar mais próximas de seus pastores, e para isso não medem esforços, mesmo que seja necessário pisotear outras ovelhas que estejam em seu caminho. É cada um por si e Deus por todos. A igreja se tornou o reino do diz-que-me-diz, onde uns apontam os erros dos outros e todos se acham santos. Só que os erros são apontados não com amor, mas com juízo. Adulterar ou engravidar antes do casamento? Aparte-se de mim!!! Mas mentir e roubar um pouquinho poooooooode!
Mas não pára por aqui. É cada dia mais difícil ouvir uma pregação até o fim. São palavras previsíveis, de exaltação (quase nunca exortação), bom ânimo, esperança, revelações e revelamentos que nunca se realizam (essa noite Deus está curando suas feridas! – as feridas não são curadas, e no culto seguinte: essa noite Deus está completando a obra em sua vida! – e a obra não é completa, aí no culto seguinte a mesma coisa sempre). Não ouvimos pastores, ouvimos doutores em auto-ajuda: todas as bênçãos nos pertencem, somos cabeça e não cauda, o diabo está debaixo dos nossos pés, mas no dia seguinte ainda temos dívidas, problemas, doenças, vazio.
Será que Deus deixou de agir? Ou a instituição que se diz “igreja” é que fala por Ele com engano, a fim, mesmo que inconscientemente, de desacredita-Lo?
Não consigo mais ouvir sermões de auto-ajuda e falsas promessas. Não consigo mais sentar num banco de uma igreja, sabendo que a principal hora não é a da pregação, mas a da coleta. Não aguento mais uma hora de louvor, com bandas desafinadas e cantores “se achando”, provocando o choro fácil não por unção, mas porque, na assembléia dos santos, todos temos motivos para chorar. Simplesmente não aguento mais isso, e peço perdão a Deus se isso O desagrada, mas não quero ir numa igreja por falsidade e ficar vendo defeito em tudo, como foi das últimas vezes.
Eu queria frequentar A Igreja. Não a imagino um mega-templo, com poltronas acolchoadas, ar-condicionado, altar gigante. Eu a imagino uma casa simples, com pessoas simples independente de sua situação financeira. Eu a imagino um lugar onde a acolhida é com amor sincero, não com um risinho forçado e o “seja-bem-vinda-amada” de praxe. Eu a imagino com pessoas que contribuem voluntariamente e com alegria, e que se importam com o irmão ao lado, suprindo-o de acordo com suas necessidades. Sinceramente não consigo frequentar um local onde, em nome de Deus, são lançados gafanhotos devoradores sobre quem não paga a mensalidade. A Igreja que eu quero frequentar tem problemas, pois tem pessoas com problemas, mas lá é possível discordar, perguntar, até duvidar, sabendo que ninguém levará nada para o pessoal, continuando a haver amor apesar das diferenças. A Igreja que eu quero frequentar é uma em Deus, reflete Sua Graça e Misericórdia, Sua Alegria e Beleza, mesmo que, aos olhos humanos, possa não passar de um casebre. Na Igreja que eu quero frequentar mal dá para definir seus líderes, pois o maior se faz de menor, o serve e não busca ser servido. A Igreja que eu quero frequentar traz os ensinamentos de Deus, segue a sã doutrina, não as doutrinas temporárias de homens. A Igreja que eu quero frequentar transforma não só os que lá estão, mas toda a realidade à sua volta, pois se importa com os famintos, os drogados, os excluídos de toda a sorte.
Você conhece essa Igreja? Se conhecer, por favor, me passe com urgência seu endereço ou telefone. Se não a conhecer, infelizmente continuarei a congregar no meu quarto, pois não vou esquentar um banco qualquer apenas para aparentar santidade.
Fonte: Uma estrangeira no mundo
Via : Ministério Beréia
sábado, 12 de dezembro de 2009
Para refletir...
"Estamos satisfeitos com nossa vidinha decente.
Estamos contentes com nossos bons hábitos:
nós o tomamos por virtudes.
Estamos contentes com nossos pequenos esforços:
nós o tomamos por progresso.
Estamos orgulhosos de nossas atividades:
elas nos fazem pensar que estamos nos doando.
Estamos impressionados por nossa influência:
imaginamos que ela transformará vidas.
Estamos orgulhosos do que damos,
entretanto ocultamos o que retemos."
Extraído do livro Convite a loucura. Brennan Manning.
Ed. Mundo Cristão, pg 30.
Ed. Mundo Cristão, pg 30.
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domingo, 15 de novembro de 2009
A verdadeira Igreja de Jesus
Andrew Strom
Tradução de João A. de Souza Filho
Muita gente lerá este artigo e se perguntará: Pra onde foi todo mundo? Qual é o alvo? A resposta corriqueira pode ser? Queremos ser como a igreja do Novo Testamento. Mas, como era a igreja do Novo Testamento?
Este é um tema importante – e sobre o qual venho pensando nos últimos anos. Como seria a igreja daquela época se conseguíssemos vê-la em nossos dias? Em nossas cidades?
Pra começar, esqueça a igreja de hoje por uns instantes – com todos seus problemas e contradições, e imagine algo diferente. Quero que você se imagine vivendo na mesma cidade, no mesmo ano, mas você se encontra exatamente no meio de uma cena típica dos Atos dos Apóstolos. Alguma coisa, na realidade, mudou.
Sei lá por que todas as pessoas cheias do Espírito Santo em sua cidade abandonaram suas denominações e suas estruturas divisionistas. Começaram a cumprir a oração de Jesus de “que todos sejam um”. Esses cristãos se reúnem em grandes concentrações por toda parte da cidade, ao ar-livre. E, da mesma maneira, em cada rua existe uma casa onde algumas pessoas daquela rua se reúnem para comer e ter comunhão, etc. Isto é, ali se reúne a igreja da vizinhança! O poder de Deus nessas reuniões caseiras é impressionante. Milagres e curas ocorrem. Os dons fluem livremente o dia todo.
Parece que os grandes templos e catedrais estão vazios. Os cristãos não querem mais se esconder dentro de quatro paredes. Reúnem-se onde o povo está, falando de Jesus pra todo mundo. Querem ser de fato, um corpo. Nenhum templo da cidade é grande o suficiente para conter a multidão.
Os homens que lideram esse movimento não se parecem com os “reverendos” ou os “teleevangelistas” do passado. Na realidade alguns deles nunca freqüentaram uma escola de teologia, e são pessoas simples, de origem pobre. Mas, que unção! Está claro aos olhos de todos que esses apóstolos e profetas (como são conhecidos) gastaram anos em oração e quebrantamento diante de Deus – vivendo cada vez mais em comunhão com Deus. Quando falam, o temor do Senhor se apodera das pessoas, e muita gente se arrepende de seus pecados. Os demônios são expulsos, cegos curados, paralíticos andam – coisas assim acontecem o tempo todo. A cidade está perplexa e milhares e milhares são salvos. As notícias são estampadas na tevê e nos jornais.
Quando alguém se arrepende é imediatamente batizado, e recebe imposição de mãos para ser cheio do Espírito Santo. Isso vem acontecendo desde o primeiro dia! E também se espera que cada crente exerça seus dons – e são encorajados a praticarem seus dons espirituais. Não existe diferença entre “ministros” e “leigos”. Todos são ministros de Deus, contudo, existem anciãos ou presbíteros, isto é, pessoas idôneas que supervisionam tudo isso.
Pastores e bispos de várias denominações dizem que isto faz parte de um “espírito de engano” e alertam o povo pra se manterem distantes de tudo. (Cada avivamento na história teve seus acusadores e perseguidores, geralmente os líderes religiosos). Mas, honestamente, é tão óbvio ao povo que Deus está por trás dos acontecimentos que ninguém os leva a sério. O Espírito de Deus se move, e a glória de Deus desce entre as pessoas.
A razão por que alguns desses líderes estão contra é que as ofertas não vão mais para o templo, mas são distribuídas entre o povo pobre. De fato, Deus falou às pessoas para que elas comecem a ajudar as viúvas pobres e crianças de ruas e órfãos ao redor do mundo. Os cristãos que têm necessidade são imediatamente supridos.Tem gente que vendeu aquelas propriedades extras – casas de praias e de serra, para doar aos pobres.
O tema central deste grande movimento é amor. “Olhem, como essa gente se ama”! Dizem as pessoas. E as pessoas oram como nunca antes oraram.
E assim, reunindo-se como “um só povo” ao ar-livre, e partindo o pão de casa em casa, essa gente come com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e ganhando o apoio de todo o povo. E o Senhor acrescenta diariamente os que vão sendo salvos.
Isso poderia acontecer?
O que descrevi acima está no livro dos Atos dos Apóstolos, apenas contextualizado para os nossos dias. Tudo que escrevi é para dar a voce a idéia de como seria sua vida se você estivesse residindo na cidade de Jerusalém no livro de Atos. Imagine o impacto dessa igreja no mundo de hoje. E Deus quer usar pessoas comuns, como você e eu pra que isso volte a acontecer.
Não creio que devemos imaginar que a igreja primitiva era um “caso especial”. Os registros do livro de Atos foram-nos deixados como exemplo do que é normal e do que deveria ser a igreja em todos os tempos. Mesmo assim, quão distante estamos dessa igreja! Apenas em tempos de avivamento conseguimos nos aproximar do modelo acima. Creio que o que aconteceu em Atos deveria ser uma coisa normal, diária.
No entanto, uma coisa é certa: Seria bom que isso voltasse a acontecer. Mas, esteja certo de uma coisa: Para que isto volte a ocorrer a hierarquia religiosa dominante, diretorias de igrejas e conselhos têm de desaparecer. E muita gente não quer perder o poder. Elas sequer se interessam pela verdade. Tudo que afeta a posição de liderança e a organização denominacional tem de ser descartado.
Não é possível uma transição “suave” para este tipo de cristianismo; acredito que haverá um mover forte de Deus que romperá com tudo. Está no programa de Deus. Pode estar certo, meu irmão: Deus o fará! Esta é a igreja do Novo Testamento que todos anelamos.
Extraído de: revival school
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